A reta final da temporada do São Paulo não é das melhores no Brasileirão e o cenário fica agravado quando são analisadas as finanças. A dívida do Tricolor aumentou no terceiro trimestre.
“Passamos vergonha”, resume Rogério sobre derrota de São Paulo para Grêmio
Você conhece o canal do Nação Tricolor no YouTube? Clique e se inscreva!
Neste ano, sob a gestão do presidente Julio Casares, o São Paulo passou a publicar os balancetes financeiros. São documentos que indicam a situação parcial das finanças do clube ao longo da temporada.
Rogério Ceni explica Sara na ala-direita: “Esquema para beneficiar Benítez”
De acordo com o jornalista especialista em negócios do esporte, Rodrigo Capelo, o endividamento do São Paulo precisa de contextualização. Isso porque o Tricolor apresentou receita maior do que a registrada entre julho e setembro de 2020.
No entanto, o montante que entrou nos cofres por conta da premiação do Brasileirão foi computado posteriormente devido ao adiamento do campeonato.
Em outras palavras, os R$ 30 milhões arrecadados entraram “onde não deveriam entrar” já em 2021. Segundo Capelo, o orçamento não contava com a receita de bilheteria (que foi aberta só em outubro) e as transferências de jogadores foram de R$ 76 milhões nos nove primeiros meses, mas em valor inferior ao registrado em 2020.
Neste sentido, o São Paulo a dívida aumentar R$ 607 milhões em dezembro de 2020 para R$ 675 milhões em setembro de 2021. As dívidas de curto prazo (a serem pagas em menos de um ano) foram reduzidas, porém ainda representam R$ 369 milhões.
Veja mais notícias do São Paulo, acompanhe os jogos, resultados e classificação além da história e títulos do São Paulo Futebol Clube.

