A novela sobre o futuro de James Rodríguez está quase chegando ao seu desfecho, e o enredo é surpreendente. O colombiano de 33 anos está prestes a assinar com o Columbus Crew, da Major League Soccer, após se tornar agente livre com a saída do Club León, do México, em 31 de dezembro de 2025.

Nos últimos dias, o cenário começou a tomar forma, James está negociando um contrato de duas temporadas, com um salário anual de US$ 5 milhões (aproximadamente R$ 26,8 milhões), de acordo com informações da Agência RTI Esporte.
Na prática, o ex-jogador do São Paulo receberia cerca de US$ 416,6 mil por mês (R$ 2,2 milhões), quantias que posicionam a MLS de forma agressiva no mercado internacional.

O auge da negociação reside no significado simbólico do acordo, se o contrato for firmado, James Rodríguez será o jogador colombiano mais bem pago do mundo, ultrapassando jogadores como Luis Díaz, do Bayern de Munique, e Luis Suárez, do Sporting, de Portugal. Não por acaso, o meio-campista já começou a pré-temporada, indicando que o acordo está bastante adiantado.

Os efeitos vão além do dinheiro. Nos bastidores, a escolha de James foi considerada estratégica. Ele rejeitou oficialmente uma proposta do Al-Shabab, da Arábia Saudita, que previa ganhos de US$ 15 milhões (R$ 80,4 milhões) em 2026. Apesar do valor mais elevado, o colombiano escolheu um projeto nos Estados Unidos que era mais sólido em termos esportivos e de imagem.
O desfecho indica um impacto que vai além do campo, a transferência para o Columbus Crew pode proporcionar a James uma fatia dos assinantes do pay-per-view da MLS relacionados ao time, além de participação nos lucros comerciais da Adidas, fornecedora oficial da liga e patrocinadora pessoal do atleta. Um movimento que destaca a importância comercial do astro no futebol dos Estados Unidos.
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