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Foto: Rubens Chiri/Saopaulofc.net
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São Paulo é desmentido por Novorizontino; entenda o caso

O Novorizontino contestou oficialmente a versão apresentada pelo São Paulo sobre a dívida relacionada à negociação de parte dos direitos econômicos de Djhordney Ferreira. Depois de o Tricolor afirmar que os presidentes dos dois clubes haviam ajustado um acordo de pagamento, a equipe do interior paulista divulgou nota negando que exista uma nova negociação.

A divergência ocorre em meio à possibilidade de o São Paulo sofrer um transfer ban pelo não pagamento do débito envolvendo o jogador.

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São Paulo afirmou ter ajustado acordo de pagamento

Após a repercussão sobre o risco de punição, o São Paulo informou que Harry Massis, presidente do clube, havia entrado em contato diretamente com Genilson Rocha, presidente do Novorizontino.

Segundo a manifestação são-paulina, os dirigentes chegaram a um entendimento para solucionar a pendência financeira, restando o alinhamento entre os departamentos jurídicos para formalizar o compromisso.

A versão, entretanto, foi posteriormente contestada pelo Novorizontino.

O que diz o Novorizontino sobre a dívida?

Em nota oficial, o clube da Série B informou que o débito está relacionado à aquisição de parte dos direitos econômicos de Djhordney Ferreira. Segundo o Novorizontino, cinco parcelas estavam previstas no negócio e nenhuma delas foi quitada pelo São Paulo.

“O Grêmio Novorizontino informa que o débito é referente à negociação de parte dos direitos econômicos do atleta Djhordney Ferreira. Das cinco parcelas previstas, nenhuma foi paga pelo São Paulo Futebol Clube.”

O clube também negou diretamente que esteja negociando novas condições para o pagamento.

“O Novorizontino esclarece que não há negociação para um novo acordo e aguarda o cumprimento integral da obrigação”.

Dessa forma, as manifestações públicas apresentam versões conflitantes sobre o estágio da situação. O São Paulo sustenta que houve um entendimento entre os presidentes para o pagamento, enquanto o Novorizontino afirma que não existe negociação para um novo acordo e cobra o cumprimento integral da obrigação.

A divergência aumenta a atenção sobre o caso justamente pela possibilidade de uma nova punição ao Tricolor. O próximo passo será saber se os clubes chegarão a um entendimento sobre o débito ou se a cobrança seguirá sem um novo acordo formalizado.