Comissão de Ética do São Paulo se decide sobre representação contra Massis
Pedido no São Paulo questionava uma série de atos da gestão e solicitava, entre…
A Comissão de Ética do São Paulo arquivou a representação contra Harry Massis, presidente do clube. De acordo com o jornalista Alexsander Vieira, o pedido apresentado questionava diferentes atos da gestão e solicitava, entre outras medidas, o afastamento do dirigente.
A decisão da Comissão de Ética do Conselho Deliberativo determinou a extinção da representação sem resolução de mérito. Com isso, o procedimento foi encerrado sem análise definitiva do mérito das acusações apresentadas.
Por que a representação contra Harry Massis foi arquivada?
Segundo Alexsander Vieira, o relator Milton José Neves Jr. apontou que a representação apresentava os fatos de maneira ampla, sem individualização suficiente das condutas questionadas. Além disso, parte das acusações foi considerada intempestiva.
Esses pontos contribuíram para que o procedimento não avançasse para uma análise de mérito. A decisão, portanto, não representa um julgamento sobre a procedência ou improcedência de todas as acusações, mas o encerramento da representação pelas questões apontadas no relatório.
Outro argumento mencionado envolve a composição do Conselho de Administração. Nesse caso, o relatório citou a existência de coisa julgada administrativa, afastando uma nova discussão do tema naquele procedimento.

O que pesou na análise do Transfer Ban?
A representação também abordava o Transfer Ban sofrido pelo São Paulo, mas a Comissão entendeu que houve perda do objeto nesse ponto.
O relatório destacou que a obrigação financeira envolvendo a Lazio já havia sido quitada e que a sanção deixou de produzir efeitos em 5 de agosto. Dessa forma, a situação que fundamentava essa parte do questionamento já havia sido solucionada.
Diante do conjunto de argumentos, a Comissão de Ética decidiu extinguir a representação sem resolução de mérito e determinar seu arquivamento. Harry Massis, portanto, não será afastado em decorrência desse procedimento.

A decisão encerra esse capítulo interno no Conselho Deliberativo, enquanto a gestão do São Paulo segue normalmente sob o comando do presidente.
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