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Reviravolta no São Paulo: Adilson recua e Massis cogita reeleição

Mais um caso da novela envolvendo a eleição no São Paulo.

Por Matheus Braga · 3 min de leitura
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São Paulo
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O tabuleiro eleitoral nos bastidores do MorumBIS sofreu uma reviravolta repentina nas últimas horas. Pouco tempo depois de admitir internamente que aceitaria encabeçar a chapa governista, Adilson Alves Martins voltou atrás na decisão e comunicou que não será candidato à presidência do São Paulo pela situação no pleito de dezembro.

A desistência inesperada do conselheiro e empresário desfez o plano traçado pelas lideranças da situação e recolocou na mesa um cenário antes descartado. Diante do vácuo imediato de representação na cabeça de chapa, o atual mandatário tricolor, Harry Massis, voltou a avaliar uma investida para disputar a presidência do São Paulo.

O que motivou a mudança de rota política no São Paulo?

O recuo de Adilson Alves Martins pegou interlocutores de surpresa e reacendeu as incertezas entre as alas que compõem a base da administração do São Paulo. O empresário, que já havia chegado a alinhar composições para o cargo de vice, optou por declinar do convite oficial, obrigando os grupos situacionistas a buscarem alternativas emergenciais para não perderem força política.

Com o passo atrás dado pelo favorito governista, Harry Massis enxergou espaço para reconsiderar sua permanência. O atual mandatário, que havia enfrentado resistência interna nas semanas anteriores, passa a articular novamente seu nome como alternativa para garantir a continuidade da gestão do São Paulo no próximo triênio.

Crédito: Rubens Chiri/São Paulo FC
Crédito: Rubens Chiri

Como a indefinição governista afeta a corrida eleitoral do Tricolor?

O momento de indefinição na situação contrasta com a estabilidade construída pela oposição do São Paulo. Enquanto o bloco rival já tem chapa consolidada com Marcelo Portugal Gouvêa à presidência e Eduardo Alfano como vice, o grupo situacionista corre contra o relógio para definir se apoiará a tentativa de permanência de Harry Massis ou se apresentará um terceiro concorrente.

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O prazo legal para a formatação final das chapas encerra-se no dia 15 de outubro, aumentando a tensão nos corredores do São Paulo. Até a realização do pleito presidencial na primeira quinzena de dezembro, o ambiente político tricolor promete novos capítulos de intensas negociações entre conselheiros e associados.

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