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Detalhes do acordo do São Paulo para evitar transfer ban são revelados

Entenda porque o São Paulo poderia ser punido.

Por Matheus Braga · 3 min de leitura
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Crédito: Rubens Chiri/São Paulo FC
Crédito: Rubens Chiri
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Os detalhes financeiros da negociação para afastar sanções burocráticas no MorumBIS vieram a público nas últimas horas. De acordo com informações reveladas pela ESPN, o São Paulo costurou um novo acordo de pagamento com o Grêmio Novorizontino para evitar a aplicação imediata de um transfer ban nos tribunais esportivos.

O entendimento alcançado entre as diretorias envolve a divisão do débito restante em três parcelas fixas de 350 mil reais. O cronograma foi renegociado em caráter de urgência após o clube do interior cobrar a dívida pendente pela contratação do jovem meio-campista Djhordney, de 19 anos.

Quanto o São Paulo vai pagar a mais pela dívida?

São Paulo
Foto: Miguel Schincariol/São Paulo FC

A nova divisão das cotas vai custar mais caro aos cofres tricolores do que a compra inicialmente planejada. Por conta do atraso nos repasses das parcelas originais, o valor total a ser desembolsado pelo São Paulo superará a marca de 1 milhão de reais, alcançando o montante de 1,05 milhão de reais devido à incidência de encargos e juros pelo período de inadimplência.

A operação original previa a quitação da taxa de transferência em cinco parcelas de 200 mil reais. Diante do descompasso no fluxo de caixa recente, a cúpula tricolor precisou aceitar o acréscimo financeiro para fechar o acordo e estancar o processo antes que a punição da entidade internacional fosse homologada.

Como o acerto encerra o risco de punição ao São Paulo?

O cumprimento das três parcelas pactuadas garante a retirada imediata das notificações disciplinares abertas nos órgãos de fiscalização esportiva. O caso havia chegado ao monitoramento da Agência de Fair Play Financeiro da CBF, que notificou o São Paulo com prazo de 45 dias para regularização sob risco de veto a novas inscrições de reforços no exterior.

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Com o documento de repactuação alinhado entre as partes, o São Paulo ganha estabilidade jurídica para operar livremente nas próximas janelas de transferências. A prioridade da diretoria são-paulina agora é garantir o pagamento em dia das novas parcelas para evitar reabertura de processos e proteger a rotina do futebol profissional.

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