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Ação no STF contra fim das bets ganha força e São Paulo estuda adesão

São Paulo avalia e Corinthians recua da situação.

Por Matheus Braga · 3 min de leitura
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Foto: Marcos Ribolli
Foto: Marcos Ribolli/ São Paulo
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A ofensiva jurídica do futebol brasileiro contra a proibição das apostas esportivas ganhou adesão massiva nesta quinta-feira. De acordo com informações apuradas pelo UOL, um grupo de 18 a 19 agremiações das Séries A e B do Campeonato Brasileiro decidiu acompanhar o Flamengo e requerer formalmente, ainda hoje, participação como amici curiae (“amigos da Corte”) na ação em trâmite no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a Medida Provisória do governo federal.

O movimento coletivo visa dar sustentação técnica e econômica à tese de inconstitucionalidade da norma, alertando a Suprema Corte para o rombo financeiro imediato provocado pelo cancelamento forçado dos contratos de patrocínio master.

São Paulo
Foto: Ricardo Stuckert.

Quais clubes aderiram à ação e quem ainda avalia entrar?

A mobilização reuniu agremiações de ponta e forças emergentes da elite nacional. Entre os representantes da Série A que já alinharam a adesão estão Botafogo, Fluminense, Mirassol e Chapecoense. Outras duas potências, São Paulo e Atlético-MG, mantêm o tema sob análise jurídica interna e também podem protocolar adesão nas próximas horas.

Na Série B, a adesão foi praticamente unânime entre os participantes da divisão, refletindo a dependência orçamentária dos acordos com as casas de apostas para o equilíbrio de suas folhas. A única grande exceção na segunda divisão é o Fortaleza, que optou por não participar da representação neste primeiro momento.

Por que rivais como Corinthians e Palmeiras ficaram fora da mobilização?

São Paulo
Foto: Marcos Ribolli/ São Paulo

Apesar da articulação em bloco, gigantes do futebol nacional preferiram não assinar a petição conjunta no STF. Nomes de peso como Corinthians, Internacional, Vasco da Gama, Palmeiras e Athletico Paranaense optaram por ficar de fora do grupo que aciona a Corte.

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As razões para o distanciamento expõem estratégias políticas divergentes:

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Crédito: Rubens Chiri/São Paulo FC
Crédito: Rubens Chiri/ São Paulo

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