O São Paulo deve reduzir o foco na contratação de um centroavante após encaminhar a renovação de contrato de Jonathan Calleri. Com a permanência do camisa 9 praticamente definida até o fim de 2028, a diretoria pretende desacelerar a análise de atacantes oferecidos por empresários e concentrar esforços em outras prioridades da janela de transferências.

Segundo apuração do Avante Meu Tricolor, a renovação do argentino dá mais tranquilidade ao departamento de futebol, que agora pretende agir com ainda mais cautela no mercado.
Por que o São Paulo mudou os planos?
Com o novo contrato de Calleri encaminhado, o São Paulo garantiu a permanência de sua principal referência ofensiva por mais tempo. O vínculo terá validade até dezembro de 2028, com uma cláusula de renovação automática até o fim de 2029 caso o atacante atue por pelo menos 60% das partidas em 2028.
A definição faz com que a diretoria deixe de tratar a chegada de um centroavante como prioridade imediata. A ideia é evitar investimentos que não estejam alinhados à realidade financeira do clube e ao planejamento da comissão técnica de Dorival Júnior.

Atacantes oferecidos foram descartados
Mesmo com diversos nomes sendo apresentados ao clube nas últimas semanas, a diretoria optou por não avançar nas negociações.
Entre os jogadores oferecidos está Léo Bonatini, de 32 anos, atualmente com passagem recente pelo Atlético San Luis, do México. Segundo a página Radar da Bola, o atacante foi colocado à disposição do São Paulo por intermediários. No entanto, fontes ouvidas pelo Avante Meu Tricolor negaram qualquer interesse no atleta.
Outro nome que chegou ao MorumBis foi o do argentino Lucas Boyé, do Deportivo Alavés. O centroavante de 30 anos também foi oferecido ao clube, mas o valor pedido pelos espanhóis, cerca de 5,8 milhões de euros, foi considerado incompatível com o momento financeiro do Tricolor.
Qual é a prioridade do São Paulo?
Embora continue monitorando oportunidades de mercado, o departamento de futebol mantém uma postura de responsabilidade financeira, especialmente diante do cenário vivido pelo clube.

A tendência é que a prioridade passe a ser a contratação de um meia-atacante com características de criação, atendendo a um pedido da comissão técnica.
Além disso, Dorival Júnior pretende utilizar com mais frequência os jovens Ryan Francisco e Guilherme Santana, considerados alternativas para compor o setor ofensivo ao longo da temporada.
O próximo passo da diretoria será seguir atenta ao mercado, mas sem abrir mão da estratégia de reforçar apenas posições consideradas essenciais para a sequência de 2026.
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